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domingo, 29 de novembro de 2009

Orquestra Sinfônica do Youtube no Carnegie Hall



Prelúdio para inspirar as férias estudânticas

Performance de Larissa Mattos, estudante de música da UFMG, Belo Horizonte/MG.
http://www.myspace.com/larissamattos

Leia/escute mais:
http://bravonline.abril.com.br/conteudo/musica/nossa-aposta-larissa-mattos-472710.shtml
 
"Eu ainda sou uma estudante", diz Larissa Mattos. De fato: aos 20 anos, depois de concluir o ensino médio numa escola municipal, a violoncelista de Belo Horizonte frequenta a Universidade Federal de Minas Gerais. Seu currículo, no entanto, já ostenta um feito de que nenhum outro estudante brasileiro de música pode se gabar. Larissa integrou a Orquestra Sinfônica do YouTube, que se formou há dois meses para uma única apresentação no Carnegie Hall, lendária sala de concertos nova-iorquina.

A primeira orquestra do mundo arregimentada pela internet reuniu os vencedores de um concurso que despertou o interesse de 3 mil músicos. Os concorrentes tinham de mandar ao site YouTube um vídeo em que executavam peças definidas pelos organizadores da disputa. Desde dezembro de 2008, quando a seleção começou, as imagens das audições foram acessadas mais de 13 milhões de vezes. As gravações sofreram a primeira peneira pelas mãos de especialistas e depois por cliques de mouses de internautas. Os 96 ganhadores, entre estudantes e profissionais, vinham de 33 países.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

TV Brasil com nova programação Infanto-juvenil


Renovação da programação da TV Brasil busca atrair público infanto-juvenil

Jacson Segundo
Observatório do Direito à Comunicação

05.10.2009

No ar desde o dia 21 deste mês, a nova programação da TV Brasil reflete o interesse da emissora no público infanto-juvenil. Dos 30 novos programas, pelo menos 10 são voltados para as crianças e 5 para adolescentes e jovens, somando seis horas diárias dedicadas às duas faixas etárias. Além das quatro emissoras próprias da TV Brasil em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Maranhão, boa parte das 24 TVs educativas que operam em rede com a emissora estão retransmitindo as novas produções.

O diretor de produção da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Roberto Faustino, foi um dos responsáveis pela escolha dos novos programas. “Buscamos diminuir a faixa etária. Fazer com que mais jovens assistam à TV (Brasil)”, diz. Ele também explica que houve uma preocupação em ofertar alguns conteúdos para crianças de até 4 anos, que, segundo ele, não são bem atendidas pelas TVs comerciais.

A construção da nova linha de produtos da TV também contou com um auxílio científico. Os membros do Conselho Curador da EBC Murilo César Ramos e Lúcia Braga elaboraram um estudo sobre o que existia na grade da TV Brasil e as novidades propostas. Os resultados foram apresentados em reunião do conselho realizada na terça-feira (30 de setembro).

Ramos e Lúcia fizeram uma avaliação positiva do conjunto da programação infantil, já incluindo as novidades apresentadas nas últimas semanas. Uma das inovações apontadas como positivas foi a inclusão de animações para as crianças. “Preencheu-se uma lacuna”, disse o conselheiro, que também é professor de Comunicação da Universidade de Brasília.

Segundo o estudo, a programação infantil da emissora também se qualifica quando não enxerga o público infantil como um futuro consumidor. “Há a ausência do fator consumo”, afirma Ramos. É a primeira vez que o Conselho dedica-se a olhar com mais atenção e precisão uma determinada temática da programação da TV Brasil. A idéia é que isso seja feito mais vezes. Para isso, o Conselho Curador da empresa aprovou a criação de outras comissões temáticas dentro do órgão. Os temas, porém, serão definidos na próxima reunião do Conselho.

(grifos nossos)

Leia o texto completo:
http://www.direitoacomunicacao.org.br/content.php?option=com_content&task=view&id=5612

Programação da TV Brasil:
http://www.tvbrasil.org.br/programacao/

Poko é uma das animações infantis da nova programação - inédito na TV aberta. As crianças com acesso ao canal fechado Discovery Kids já o assistem há um tempo.



Poko é um garotinho de 3 a 5 anos que vive com seu cachorro Minus e seu macaco de pelúcia, Sr. Murphy, numa casinha com um quintal onde Poko faz muitas de suas descobertas. Poko,a partir da segunda temporada passa a ter uma amiga chamada Bibi e o mascote dela, Lambert.

Minus é um cachorro de uns 2 anos de idade que ajuda ou atrapalha Poko e Bibi. Minus é um cachorro especial que pode apagar os desenhos de Poko. Adora seu brinquedo de borracha e Poko. Sr. Murphy é o macaco de Poko e amigo de Poko, Minus, Bibi e Lambert. Já virou um super-herói chamado Poderoso Murphy.

Bibi é uma garotinha de 6 anos que vira a melhor e única amiga de Poko. Possui um bicho de pelúcia chamado Lambert. Lambert é o bicho de pelúcia de Bibi, atua como um tipo de rei ou príncipe.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Poko

A ditadura da mídia



A mídia hegemônica vive um paradoxo. Ela nunca foi tão poderosa no mundo e no Brasil, em decorrência dos avanços tecnológicos nos ramos das comunicações e das telecomunicações, do intenso processo de concentração e monopolização do setor nas últimas décadas e da criminosa desregulamentação do mercado que a deixou livre de qualquer controle público. Atualmente, ela exerce a sua brutal ditadura midiática, manipulando informações e deturpando comportamentos. Na crise de hegemonia dos partidos burgueses, a mídia hegemônica confirma uma velha tese do revolucionário italiano Antonio Gramsci e transforma-se num verdadeiro "partido do capital".

Por outro lado, ela nunca esteve tão vulnerável e sofreu tantos questionamentos da sociedade. No mundo todo, cresce a resistência ao poder manipulador da mídia, expresso nas mentiras ditadas pela CNN e Fox para justificar a invasão dos EUA no Iraque, na sua ação golpista na Venezuela ou na cobertura tendenciosa de inúmeros processos eleitorais. Alguns governantes, respaldados pelas urnas, decidem enfrentar, com formas e ritmos diferentes, esse poder que se coloca acima do Estado de Direito. Na América Latina rebelde, as mudanças no setor são as mais sensíveis.

No caso do Brasil, a mídia controlada por meia-dúzia de famílias também esbanja poder, mas dá vários sinais de fragilidade. Na acirrada disputa sucessória de 2006, o bombardeio midiático não conseguiu induzir o povo ao retrocesso político. Pesquisas recentes apontam queda de audiência da poderosa TV Globo e da tiragem de jornalões tradicionais. O governo Lula, com todas as suas vacilações, adota medidas para se contrapor à ditadura midiática, como a criação da TV Brasil e a convocação da primeira Conferência Nacional de Comunicação.

Este quadro, com seus paradoxos, coloca em novo patamar a luta pela democratização da mídia e pelo fortalecimento de meios alternativos, contra-hegemônicos, de informação. Este desafio se tornou estratégico. Sem enfrentar a ditadura midiática não haverá avanços na democracia, nas lutas dos trabalhadores por uma vida mais digna, na batalha histórica pela superação da barbárie capitalista e nem mesmo na construção do socialismo. Aos poucos, os partidos de esquerda e os movimentos sociais percebem que esta luta estratégica exige o reforço dos veículos alternativos, a denúncia da mídia burguesa e uma plataforma pela efetiva democratização da comunicação.

O livro A ditadura da mídia tem o modesto objetivo de contribuir com este debate. Não é uma obra acadêmica, mas uma peça de denúncia política. Ela não é neutra nem imparcial, mas visa desmascarar o nefasto poder da mídia hegemônica e formular propostas para a democratização dos meios de comunicação. O livro foi prefaciado pelo professor Venício A. de Lima, um dos maiores especialista no tema no país, e apresenta também um comentário do jornalista Laurindo Lalo Leal Filho, ouvidor da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Ele reúne cinco capítulos:

1- Poder mundial a serviço do capital e das guerras;
2- A mídia na berlinda na América Latina rebelde;
3- Concentração sui generis e os donos da mídia no Brasil;
4- De Getúlio a Lula, histórias da manipulação da imprensa;
5- Outra mídia é urgente: as brechas da democratização.

O exemplar custa R$ 20,00. Na venda de cotas para entidades sindicais e populares (acima de 50 exemplares), o valor unitário é de R$ 10,00. Para adquirir sua cota, escreva para: aaborges1@uol.com.br.

Fonte: Pão-de-queijo Notícias
http://www.pqn.com.br/portal_pqn2/index.php?option=com_content&task=view&id=5077&Itemid=49

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No prefácio de "A ditadura da mídia" diz o professor Lima que “um dos principais obstáculos à democratização da mídia tem sido a dificuldade histórica que grande parte da população experimenta para compreender a mídia como um poder e a comunicação como um direito. (...) O poder da grande mídia no mundo contemporâneo tem se caracterizado exatamente por ela estar de tal maneira imbricada no ambiente social que consegue ‘passar desapercebida’, naturalizada, como se não existisse”. Ou seja, a grande mídia se disfarça como “transparente”, seja no sentido de pretender reportar informações de modo “objetivo”, “neutro”, seja no sentido de pretender representar o “interesse público”.

Artigo de Flávio Aguiar completo em:



Outro vídeo disponível (aguardando autorização para incorporação):
http://www.youtube.com/watch?v=PPCTCAFy42k

segunda-feira, 24 de agosto de 2009